Enquanto os rios são contaminados e os povos tradicionais pressionados, as grandes corporações investem milhões em campanhas de “sustentabilidade”. O greenwashing virou a forma mais sofisticada de capturar o debate ambiental e precisa ser enfrentado como disputa política.
A maquiagem que esconde a destruição
As empresas falam em neutralidade de carbono, compensações ambientais, responsabilidade social. Mas por trás da retórica publicitária, o modelo de exploração continua intacto. E é ele que ameaça o equilíbrio ecológico e a soberania amazônica.
O greenwashing é uma estratégia de comunicação criada para esconder práticas predatórias sob o verniz da sustentabilidade. Em vez de mudarem o que fazem, mudam o que dizem. Em vez de frear o desmatamento, investem em propaganda bonita.
A floresta como ativo financeiro
A Amazônia é transformada em ativo do mercado. O lucro vai embora. O prejuízo fica: comunidades desestruturadas, territórios violados, futuro comprometido. O discurso é de progresso; a realidade, de exclusão brutal.
O mais perigoso é que essa maquiagem vem sendo amplificada por grandes meios de comunicação e por influenciadores que adotam o discurso ambiental sem olhar para o território real. Assim, parte da opinião pública se torna cúmplice involuntária de um modelo que destrói a Amazônia e enfraquece o Estado brasileiro.
Disputar a narrativa é disputar o futuro
O 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, não é uma data apenas para celebrar a natureza. É um lembrete de que a comunicação é território de disputa política.
Para enfrentar o greenwashing, é preciso construir narrativas enraizadas no território e dar voz a quem defende a floresta de verdade: os povos da Amazônia.
A Troika defende uma comunicação comprometida com a verdade, a justiça social e a soberania popular.
Veja mais no Instagram da Troika: Acesse o post original sobre Greenwashing no Instagram
A AMAZÔNIA SANGRA ENQUANTO O MARKETING SE PINTA DE VERDE
Enquanto os rios são contaminados e os povos tradicionais pressionados, as grandes corporações investem milhões em campanhas de “sustentabilidade”. O greenwashing virou a forma mais sofisticada de capturar o debate ambiental e precisa ser enfrentado como disputa política.
A maquiagem que esconde a destruição
As empresas falam em neutralidade de carbono, compensações ambientais, responsabilidade social. Mas por trás da retórica publicitária, o modelo de exploração continua intacto. E é ele que ameaça o equilíbrio ecológico e a soberania amazônica.
O greenwashing é uma estratégia de comunicação criada para esconder práticas predatórias sob o verniz da sustentabilidade. Em vez de mudarem o que fazem, mudam o que dizem. Em vez de frear o desmatamento, investem em propaganda bonita.
A floresta como ativo financeiro
A Amazônia é transformada em ativo do mercado. O lucro vai embora. O prejuízo fica: comunidades desestruturadas, territórios violados, futuro comprometido. O discurso é de progresso; a realidade, de exclusão brutal.
O mais perigoso é que essa maquiagem vem sendo amplificada por grandes meios de comunicação e por influenciadores que adotam o discurso ambiental sem olhar para o território real. Assim, parte da opinião pública se torna cúmplice involuntária de um modelo que destrói a Amazônia e enfraquece o Estado brasileiro.
Disputar a narrativa é disputar o futuro
O 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, não é uma data apenas para celebrar a natureza. É um lembrete de que a comunicação é território de disputa política.
Para enfrentar o greenwashing, é preciso construir narrativas enraizadas no território e dar voz a quem defende a floresta de verdade: os povos da Amazônia.
A Troika defende uma comunicação comprometida com a verdade, a justiça social e a soberania popular.
Veja mais no Instagram da Troika: Acesse o post original sobre Greenwashing no Instagram
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